sexta-feira, 20 de abril de 2012

ÁRVORE DAS POPIAS CAIADAS . de Margarida Ribeiro

E se as Popias Caiadas nascessem das árvores? 
As Popias pertencem à doçaria tradicional do Alentejo. Em Castro Verde é habito vê-las à venda nos diversos estabelecimentos da vila, das simples, às de espécie, passando pelas caiadas há para todos os gostos. 
Mas de onde vêm estás gulodices Castrenses? Eu acho que nascem das árvores. Pertencem à espécie Pupiaix Caiadix Arvorum (nome cientifico), mas cá na terra toda a gente lhe chama a Árvore das Popias Caiadas.


















































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CARTAS DE AMOR QUEM AS NÃO TEM... . de Ana Tenente

























































































































































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TOU GOSTANDO! . de Vanda Palma










































































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QUEM QUER CASAR COM A VELHINHA...? . de Vanda Palma


Quem quer casar com a velhinha porque a reforma não lhe chega para viver sozinha?












































































































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DIASPORANDO . de Helena Passos


Com o objectivo de participar no projecto A TERRA MEXE pensei desenvolver uma instalação temporária em representação da nova diáspora portuguesa. O sem número de portugueses que escolhe o estrangeiro como destino de trabalho e residência. E os lugares por onde se disseminam. 
Procurei reunir, unicamente através de uma rede de amigos e conhecidos (amigo do amigo, conhecido do amigo…), um conjunto de fotos que nos trouxessem diferentes pedaços de mundo, das suas cores cheiros sabores, através dos olhares de jovens portugueses que estão ou estiveram emigrados nos últimos anos. Cada foto é da autoria, material ou moral , do próprio emigrado e representa, de forma geral, o lugar onde vive e/ou trabalha ou viveu e/ou trabalhou. O tema não era importante e ficou ao critério de cada um, “Tema? Qualquer coisa que seja, para ti, significativa do lugar onde estás. “. 
E assim surge: DIASPORANDO. Uma teia de testemunhos da emigração contemporânea, mais fugaz, saltitante e intermitente que noutros tempos. Conjugada no gerúndio, expressando uma ação em curso ou uma ação simultânea a outra.

















































































































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COME E CALA . de Miguel Rego































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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Janela


janela

substantivo feminino

1. abertura na parede de um edifício, acima do pavimento, para deixar entrar o ar e a luz;
2. caixilho móvel, envidraçado, que serve para tapar essa abertura;
3. abertura semelhante a essa, coberta com vidraça móvel ou fixa, existente em automóveis, aviões, comboios, etc;
4. abertura por onde se faz uma ligação, se estabelece uma comunicação ou que serve para ver para
o outro lado...

...

sábado, 16 de maio de 2009

24 horas passadas...

...O nosso Gato Leitor abandonou involuntariamente o banco de jardim.

As mãos que o levaram têm seguramente muito que aprender.

Durante o dia, pela noite...





Um Gato Leitor

Um gato vestido, de calças e camisa, procura confundir-se com os locais.

Sentado, a LER, num banco de jardim, que ladeia a rotunda das ovelhas, o gato foi companheiro dos habituais fruidores deste espaço. Homens da terra que aqui conversam e passam os seus dias em tertúlia, espantado os males do espírito e gozando o sol para bem do corpo.
O Gato Leitor é uma instalação que nos conduz a um universo infantil, das histórias e dos bichos de encantam miúdos e graúdos.

Um gato


Mãos
















Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

Manuel Alegre