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segunda-feira, 22 de abril de 2013

SÃO QUEIJADAS SENHOR, SÃO QUEIJADAS! . Margarida Ribeiro

Conta-se que ao servir um café de chocolateira ao Rei D. Dinis, seu marido, este terá perguntado. - Que bolos são estes, Isabel? E a Rainha Santa Isabel terá respondido a frase que ficou para a estória: - SÃO QUEIJADAS SENHOR. SÃO QUEIJADAS! Uma especialidade de Castro Verde, feitas pela doceira Maria Alexandrina. E como quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto... A TERRA MEXE!





sexta-feira, 20 de abril de 2012

ÁRVORE DAS POPIAS CAIADAS . de Margarida Ribeiro

E se as Popias Caiadas nascessem das árvores? 
As Popias pertencem à doçaria tradicional do Alentejo. Em Castro Verde é habito vê-las à venda nos diversos estabelecimentos da vila, das simples, às de espécie, passando pelas caiadas há para todos os gostos. 
Mas de onde vêm estás gulodices Castrenses? Eu acho que nascem das árvores. Pertencem à espécie Pupiaix Caiadix Arvorum (nome cientifico), mas cá na terra toda a gente lhe chama a Árvore das Popias Caiadas.


















































(mais fotos AQUI)

sábado, 25 de abril de 2009

2009 Ano Internacional das Fibras Naturais


A Assembleia-Geral das Nações Unidas, declarou, 2009 Ano Internacional das Fibras Naturais com o intuito de “Sensibilizar e estimular a procura de fibras naturais; Encorajar respostas políticas adequadas por parte dos governos para os problemas enfrentados pelas indústrias de fibras naturais; Promover uma efectiva e duradoura parceria internacional entre as diversas indústrias de fibras naturais; Promover a eficiência e sustentabilidade das indústrias de fibras naturais”
O movimento A Terra Mexe, associou-se a esta iniciativa promovendo uma instalação intitulada “Lã”.
“Lã” é uma evocação a esta fibra natural, à importância social e económica que desempenhou no passado da região, mas também, chamando a atenção à sua manutenção como agente de uma economia e ambiente sustentáveis.

A Ovelha Campaniça


Foram as fibras naturais que primeiro nos vestiram. Resgatadas a plantas e animais, as fibras naturais, foram durante séculos a matéria-prima que alimentou teares, estabeleceu usos, costumes e ditou modas.

No Campo Branco, a ovelha Campaniça contribuiu com a lã que se constituiu como o mais importante símbolo desse legado de fibras na região. Lembremo-nos que as velhas mantas e colchões, confeccionados com esta lã, que aqueciam nas noites de antanho.

A ovelha Campaniça é uma raça autóctone que preserva a rusticidade da sua génese, e que se adapta aos rigores do clima e se alimenta nos pastos dos solos pobres da região.

Nos concelhos de Castro Verde, Mértola, Almodôvar, Ourique mas também na Serra Algarvia ainda encontramos quem continue a apostar na preservação da Campaniça, mantendo a tradição deste ícone da nossa paisagem.

Tosquia - Ovelha Campaniça


Temporariamente as ovelhas do Escultor António Trindade, recebem uma nova roupagem, a pedra fria recebeu a lã quente das ovelhas Campaniças numa homenagem à lã de um dos maiores ícones da planície.

Lã cedida pela: Casa Agrícola de António Francisco Colaço.
Tosquiador: Ricardo Filipe Lança.